quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Autênticos Insetos de Coleção

Essa nova coleção é legal para quem adora insetos, como eu. Já tive um clubinho na escola onde caçávamos insetos para observá-los, eu era o presidente e também o único que pegava os insetos com a mão. Nunca fui picado por nenhum, até mesmo pela formiga mais venenosa, a saúva.

“Autênticos Insetos de Coleção” é uma coleção maravilhosa que conduz ao descobrimento dos mais conhecidos e difundidos insetos, aracnídeos e artrópodes: as espécies, suas características morfológicas, os hábitos e os costumes dos exemplares mais belos procedentes de todas as partes do mundo.

Cada fascículo vem com uma ficha com diversas informações e o animal de verdade num bloco de resina plástica transparente, sendo o primeiro animal um Escorpião Dourado da China.


Os problemas são:
- Observe bem o inseto porque muitos estão tortos ou com peças faltando, quebrado... Procure com atenção para adquirir o inseto mais perfeito.

- Preço: o primeiro fascículo saiu por R$ 7,90, o segundo por R$ 14,90, daí por diante será R$ 21,90. Haja semanada!

Nome da coleção: Autênticos Insetos de Coleção
Tradução para a versão brasileira: Editora CADE Ltda
Edição original: Alberto Peruzzo Editore – Itália, 2006
Número de fascículos: 60
Preço: R$ 21,90

Canguru brincando de pega-pega


Um canguru selvagem deu muito trabalho às autoridades de resgate da cidade de Melbourne, na Austrália: ele apareceu perdido nas movimentadas ruas da cidade, quase foi atropelado, driblou policiais e ainda derrubou uma criança!

Veja o vídeo dessa espetacular fuga.

O canguru foi resgatado e devolvido à vida selvagem.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Piranha II

Essa é a piranha empalhada que eu ganhei!

Repare nesses dentes...

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Futalognkosaurus dukei



Paleontólogos encontraram maior e mais completo fóssil de dinossauro do Cretáceo, o Futalognkosaurus dukei que significa "o chefe gigante dos lagartos". Leia a reportagem completa na parte de ciências do jornal O Globo: clique aqui.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Tartaruga marinha


As tartarugas marinhas são animais solitários e possuem a audição, a visão e o olfato desenvolvidos, além de uma grande capacidade de orientação. Medem dois metros de comprimento e pesam 600 kg. As tartarugas marinhas podem ser vegetarianas, carnívoras e onívoras. Elas se alimentam de águas-vivas e de sua fauna acompanhante. Infelizmente, muitas vezes elas confundem sacos plásticos ou celofane com águas-vivas e morrem por indigestão. Sua boca não possui dentes, somente mandíbulas com bordas afiadas. Podem dormir na superfície quando estão em águas profundas ou no fundo do mar, sob rochas, em áreas próximas à costa.


O acasalamento começa com a fêmea escolhendo o macho para namorar e inicia-se com mordidas no pescoço e nos ombros. Uma fêmea pode realizar em média de três a cinco desovas para uma mesma temporada de reprodução, com intervalos médios de 10 a 16 dias. No Brasil, as desovas acontecem entre os meses de setembro e março. Os filhotes rompem os ovos e nascem após 45 a 60 dias de incubação em média. Eles podem ser atraídos pelas luzes das estradas ou dos hotéis na beira da praia, o que faz com que eles morram. Todo ano as tartarugas marinhas vão à praia para botar seus ovos. Muitas vezes seus filhotes são capturados por predadores, como por exemplo, caranguejos, abutres, polvos e peixes. Seus filhotes botam seus ovos na mesma praia em que eles nasceram. Normalmente de cada cem filhotes apenas um consegue sobreviver.

Existem sete espécies de tartarugas marinhas:
- Cabeçuda
- De pente
- Verde
- Oliva
- De couro
- Flatback
- Lora ou Kemps Ridley

Seu antepassado era Testudo Atlas e viveu no período Pleistoceno. Ele era o maior quelônio existente na Terra, com 2,5 metros de comprimento e pesava 4.000 kg. Viveu na Ásia (Índia).


As tarturugas marinhas estão ameaçadas de extinção e o projeto TAMAR tem o grande compromisso de salvar esse animal.

Se você é criança, visite também esse site: Sou amigo do mar.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Megalodonte


Carcharodon megalodon, também conhecido como megalodonte, que significa “dente enorme”, foi uma espécie de tubarão gigante que viveu provavelmente entre 20 e 1,6 milhões de anos atrás. Conhece-se esse animal pelos dentes fósseis e algumas vértebras e esqueletos parciais encontrados. Os dentes são muito parecidos aos de um tubarão-branco. Como outros tubarões modernos, o esqueleto do megalodonte era formado por cartilagem, e não ossos.
Esse animal foi o maior predador aquático que já viveu nos oceanos, podia pesar 4.000kg e medir de 20 a 30 metros. Ele alimentava-se de baleias.
Existe a teoria de que os megalodontes se extingüiram quando os mares polares ficaram frios demais para a sobrevivência dos tubarões, permitindo as baleias nadarem fora do alcance deles durante o verão.
O megalodonte teria enfrentado a "baleia assassina", a Orca, na disputa por alimento, e seu tamanho avantajado foi uma desvantagem nessa disputa.
Tem quem acredite que eles ainda vivem nas profundezas dos oceanos...



Dados do Tubarão Pré-Histórico:
Nome: Megalodonte
Nome Científico: Carcharodon megalodon
Época: Mioceno
Local em que viveu: Oceano Atlântico
Peso: Cerca de 4 toneladas
Tamanho: 20 a 30 metros de comprimento
Alimentação: Carnívora
Essa imagem é a capa do filme Megalodon que foi lançado em 2004 nos Estados Unidos.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Dinossauros brasileiros


As espécies de dinossauros descobertas no Brasil são:
- Abelissauro: carnívoro e bípede que viveu durante o período Cretáceo, há cerca de 74 milhões de anos. Media cerca de 3 metros de altura, 7 metros de comprimento e pesava entre 1,5 e 2,5 toneladas. Veja imagem ao lado.

- Amazonssauro: foi uma espécie de dinossauro herbívoro e quadrúpede que viveu durante o período Cretáceo. Media em torno de 13 metros de comprimento, 5 metros de altura e pesava cerca de 10 toneladas. Esse dino foi encontrado na Amazônia e é um dos menores Saurópodes já descobertos. Esse dinossauro aparece na imagem principal do texto.

- Angaturama limai: era um dinossauro grande, podendo chegar a uns oito metros de comprimento e a pesar cerca de 1 tonelada. foi um Spinosauridae que viveu a 110 milhões de anos na Chapada do Araripe, Ceará.

- Carnossauro: viveu no período Cretáceo nas regiões onde hoje estão os estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso e Maranhão, onde podem ser encontrados dentes fósseis.


- Dinonico: o deinonico (Deinonychus antirrhopus, do grego "garra terrível") foi um dinossauro bípede e carnívoro pertencente à família dos dromeossauros, que viveu no início do período Cretáceo. Media cerca de 3 metros de comprimento e pesava aproximadamente 75 quilogramas. Era um carnívoro feroz que caçava em bando e parente do velociraptor. Quando ele caçava, pulava sobre a presa com os braços e as pernas estendidos. Assim como o velociraptor, ele andava apenas no terceiro e quarto dedos. Veja imagem ao lado.


- Espinossauro: viveu durante o período Cretáceo, principalmente na região que é hoje o norte da África. O Espinossauro foi o maior dinossauro carnívoro que já existiu, com adultos medindo em torno de 15 a 18 metros de comprimento e pesando entre 6 e 9 toneladas. Era um caçador habilidoso, alimentava-se de peixes, animais mortos e, às vezes, atacava outros dinossauros. Já foram desenterrados dentes do réptil no Maranhão. A vela nas suas costas talvez captasse o sol para aquecer o sangue, ou o vento, para esfriá-lo.



- Estauricossauro: foi uma espécie de dinossauro carnívoro e semi-bípede que viveu durante o período Triássico, tendo sido, inclusive, uma das primeiras espécies de dinossauros . Media em torno de 2 metros de comprimento e pesava cerca de 30 quilogramas. Ele possuía dentes pontudos e afiados e viveu no Rio Grande do Sul. Veja imagem ao lado.

- Estrutiomimo: foi uma espécie de dinossauro onívoro e bípede que viveu durante a segunda metade do período Cretáceo. Media em torno de 3,5 metros de comprimento, 2 metros de altura e pesava cerca de 150 quilogramas. É possível que ele tenha sido um dos dinossauros mais velozes de todos os tempos. Ele viveu no estado da Paraíba.


- Guaibasaurus candelariensis: fósseis encontrados na Formação de Santa Maria, Rio Grande do Sul, do fim do Triássico.

- Mirischia asymmetrica: celurossauro terópode e carnívoro de aproximadamente 2 metros, semelhante ao Compsognathus (Europa) e ao Sinosauropteryx (Ásia). Viveu no início do Cretáceo. Fósseis encontrados na Formação de Santana, Ceará.

- Ornitisco: herbívoros de tamanhos variados, podiam ser tanto bípedes como quadrúpedes. O espécime brasileiro, recentemente descoberto, tinha 1,5 metro de comprimento e viveu há 230 milhões de anos.

- Prestosuchus chiniquensis: grande carnívoro do período Triássico, viveu há cerca de 225 milhões de anos na Formação de Santa Maria, RS.

- Saturnalia tupiniquim: foi um dos mais antigos dinossauros encontrados até hoje, tendo vivido entre 227.4 a 220.7 milhões de anos atras, no periodo triássico. O saturnalia não era um dinossauro muito grande, mas devia ser muito inteligente, como os Troodontes. Ele possuía uns 2 metros de comprimento, 1,8 metros de altura e pesava uns 20 quilogramas.

- Santanaraptor placidus: foi um dinossauro terópode (carnívoro), bípede e de tamanho modesto que viveu há cerca de 110 milhões de anos no nordeste do Brasil, mais precisamente na formação de Santana, Bacia do Araripe (CE). Calcula-se que o Santanaraptor adulto pudesse alcançar 2,5 metros. Viveu durante o período Cretáceo.

- Titanossauro: foi uma espécie de dinossauro herbívoro e quadrúpede que viveu no fim do período Cretáceo, entre 83 e 65 milhões de anos atrás na região da Índia. Media em torno de 15 metros de comprimento, 5 metros de altura e pesava cerca de 10 toneladas.

- Unaysaurus tolentinoi: foi uma espécie de dinossauro herbívoro e bípede que viveu durante o período Triássico. Media 2,5 metros de comprimento, tinha 70 centímetros de altura e pesava cerca de 70 quilogramas.